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Prova aplicadaPolícia PenalRio Grande do Norte

Concurso SEAP RN: provas sob investigação

Publicado em 25 de setembro de 2026

O Ministério Público do Rio Grande do Norte abriu inquérito civil para investigar possível fraude nas provas do concurso da Secretaria de Administração Penitenciária, aplicadas em 13 de setembro em quatro cidades. A investigação avalia se o exame, que oferta 260 vagas, deve ser anulado. Ao todo, 12 pessoas foram presas em flagrante durante a aplicação, suspeitas de participar de esquema fraudulento.

260

vagas imediatas

R$ 5.681,78

salário máximo

12

presos por fraude

13/09

data da prova

Situação do concurso

Órgão
Secretaria de Estado da Administração Penitenciária do Rio Grande do Norte
Estado
Rio Grande do Norte
Situação
Prova aplicada
Banca
Instituto Avalia
Data da prova
13/09/2026
Vagas
260 vagas
Remuneração
Até R$ 5.681,78
Cargos
Policial Penal, Especialista em Assistência Penitenciária

Fraude durante a aplicação

As provas foram realizadas em Natal, Mossoró, Pau dos Ferros e Caicó no domingo, 13 de setembro. Durante o dia, a Polícia Civil prendeu 12 suspeitos de fraudar o exame: 10 em Mossoró e 2 em Natal. Segundo apuração, o esquema operava em três frentes distintas.

A primeira envolvia equipamentos eletrônicos minúsculos. Candidatos levavam esses aparelhos para dentro das salas de prova e recebiam as respostas de fora. A segunda era uma equipe externa que resolvia as questões e transmitia os gabaritos por radiofrequência ou dados móveis. A terceira deixou rastros mais evidentes: imagens do caderno de questões circularam em grupos de mensagens durante a prova, indicando que alguém fotografou o material dentro da sala usando celular.

As irregularidades foram agravadas pela falta de uso uniforme dos detectores de metais nos locais de aplicação. Esse equipamento é considerado item básico em concursos de segurança. Sem ele, aparelhos eletrônicos e celulares conseguem entrar na sala sem dificuldade, conforme as prisões sugerem ter ocorrido.

Procedimento e próximos passos

O Ministério Público abriu o inquérito civil na 70ª Promotoria de Justiça de Natal, sob responsabilidade do promotor Vitor Emanuel de Medeiros Azevedo. A investigação começou um dia após a aplicação da prova e buscará decidir se o exame deve ser anulado.

O Instituto Avalia, que organiza o concurso e oferecia 260 vagas para Policial Penal e Especialista em Assistência Penitenciária, ainda não se posicionou publicamente sobre a situação.

O que ainda falta acontecer

  • prazo de recursos contra o gabarito preliminar
  • divulgação do gabarito definitivo e das notas
  • convocação para as etapas seguintes (teste físico, investigação social e demais fases previstas no edital)

O prazo de recurso

Com a prova aplicada, o recurso contra o gabarito preliminar é a última chance de recuperar ponto — e uma questão anulada costuma valer dezenas de posições na classificação. O prazo é curto e está no cronograma do edital; quem perde a data não recorre depois.

As etapas que ainda eliminam

Em Polícia Penal, a prova objetiva é só a primeira peneira. Teste físico, investigação social e avaliação psicológica derrubam candidatos que já tinham passado no conhecimento — e quem trata essas fases como formalidade é quem costuma cair nelas.

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O que o edital detalha

Edital
Edital de Abertura nº 002/2026 — SEAD/RN · Polícia Penal RN
Inscrições
22/06 a 27/07/2026
Etapas
Prova ObjetivaTeste de Aptidão FísicaAvaliação PsicológicaExame ToxicológicoInvestigação SocialCurso de Formação
Idade
18 a 45 anos
Ver a análise completa do edital
Ver gabarito oficial
Polícia PenalRio Grande do NorteSEAP RNprova aplicadaInstituto Avalia

Conteúdo produzido pela redação do Monster Concursos a partir de dados públicos do certame. Confirme sempre as informações no edital oficial do órgão antes de tomar qualquer decisão.