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Polícia Penal RN: MP investiga possível fraude nas provas

Publicado em 15 de outubro de 2026

O Ministério Público do Rio Grande do Norte abriu investigação para avaliar se as provas do concurso da Polícia Penal devem ser anuladas. Doze pessoas foram presas em flagrante no domingo de aplicação, acusadas de envolvimento em esquema de fraude que utilizava equipamentos eletrônicos e transmissão de respostas por radiofrequência.

260

vagas imediatas

R$ 5.681,78

salário

12

presos por fraude

13/09

data da prova

Situação do concurso

Órgão
Secretaria de Estado da Administração Penitenciária do Rio Grande do Norte
Estado
Rio Grande do Norte
Situação
Prova aplicada
Banca
Instituto Avalia
Data da prova
13/09/2026
Vagas
260 vagas
Remuneração
Até R$ 5.681,78
Cargos
Policial Penal, Especialista em Assistência Penitenciária

O esquema de fraude

A operação funcionava em três frentes, segundo apuração da Polícia Civil. A primeira utilizava ponto eletrônico: candidatos adentravam os locais de prova com equipamentos minúsculos camuflados para receber respostas do exterior. A segunda envolvia equipe posicionada nas proximidades dos centros de aplicação, que resolvia as questões e transmitia os gabaritos via radiofrequência ou dados móveis.

A terceira frente deixou rastro mais evidente. Imagens do caderno de questões circularam em grupos de mensagens durante a realização do exame, indicando que celulares foram utilizados dentro das salas. Além disso, relatos formais e o próprio inquérito apontam falhas na segurança: os detectores de metais não foram empregados de forma uniforme nos locais de aplicação, facilitando a entrada de eletrônicos proibidos.

Investigação e próximos passos

O Ministério Público do Rio Grande do Norte abriu inquérito civil na 70ª Promotoria de Justiça de Natal, sob comando do promotor Vitor Emanuel de Medeiros Azevedo. A investigação começou um dia após o exame, em 14 de setembro, com objetivo de decidir pela anulação ou não das provas.

As provas foram aplicadas em Natal, Mossoró, Pau dos Ferros e Caicó. O Instituto Avalia, banca responsável pelo concurso, ainda não se posicionou publicamente sobre os fatos. O certame oferta 260 vagas imediatas para os cargos de Policial Penal e Especialista em Assistência Penitenciária, com salários que atingem R$ 5.681,78.

O que ainda falta acontecer

  • prazo de recursos contra o gabarito preliminar
  • divulgação do gabarito definitivo e das notas
  • convocação para as etapas seguintes (teste físico, investigação social e demais fases previstas no edital)

O prazo de recurso

Com a prova aplicada, o recurso contra o gabarito preliminar é a última chance de recuperar ponto — e uma questão anulada costuma valer dezenas de posições na classificação. O prazo é curto e está no cronograma do edital; quem perde a data não recorre depois.

As etapas que ainda eliminam

Em Polícia Penal, a prova objetiva é só a primeira peneira. Teste físico, investigação social e avaliação psicológica derrubam candidatos que já tinham passado no conhecimento — e quem trata essas fases como formalidade é quem costuma cair nelas.

Preparatório Polícia Penal do Rio Grande do Norte

Policial Penal · Aulas, questões e simulados por quem já aprovou.

O que o edital detalha

Edital
Edital de Abertura nº 002/2026 — SEAD/RN · Polícia Penal RN
Inscrições
22/06 a 27/07/2026
Etapas
Prova ObjetivaTeste de Aptidão FísicaAvaliação PsicológicaExame ToxicológicoInvestigação SocialCurso de Formação
Idade
18 a 45 anos
Ver a análise completa do edital
Ver gabarito oficial
Polícia PenalRio Grande do NortePolícia Penal RNprova aplicadaInstituto Avalia

Conteúdo produzido pela redação do Monster Concursos a partir de dados públicos do certame. Confirme sempre as informações no edital oficial do órgão antes de tomar qualquer decisão.